Força na união

Para Lelê, união do grupo pode ser o diferencial do Minas no NBB



Lelê é o mais novo dos quatro reforços do Minas para a temporada 2017/18 (Foto: Orlando Bento / Minas Tênis Clube)Lelê é o mais novo dos quatro reforços do Minas para a temporada 2017/18 (Foto: Orlando Bento / Minas Tênis Clube)

Na tarde desta quinta-feira (10/8), às 17h, na Arena Minas Tênis Clube, a equipe de basquete do Minas entra em quadra para mais um treino técnico-tático. Sob o comando do técnico Flávio Espiga, os mineiros se preparam para buscar o inédito título do Novo Basquete Brasil (NBB). Entre atletas revelados na base e a presença de três pivôs (Adriano “Big”, Wesley e Mosso), que defenderam as cores do Clube na última edição da principal competição nacional da modalidade, o Minas também conta com a chegada de quatro importantes reforços.

Na temporada 2017/18, Lelê, Audrei, Teichmann e Gegê vão vestir a camisa do Minas. Mais novo dos quatro reforços, Lelê, de 21 anos, defendeu o Flamengo no último NBB. Na segunda semana de treinos com a nova equipe, o jovem ala falou sobre como pretende contribuir com o time, união do grupo e trabalho desenvolvido pelo treinador Flávio Espiga.

Como você acredita que o seu jogo se encaixa no Minas?

Com muita defesa, muita garra, porque nunca vai faltar isso, nunca vai faltar vontade. Mas, no ataque, vou produzir bastante, sempre onde eu precisar encaixar. Vamos trabalhar aos poucos, e cada um vai ocupar seu espaço.

Na última temporada, jogador defendeu o Flamengo (Foto: Orlando Bento / Minas Tênis Clube)Na última temporada, jogador defendeu o Flamengo (Foto: Orlando Bento / Minas Tênis Clube)

O que pode fazer a diferença para o Minas nesta temporada?

A união. Todos já têm implantando isso. Mesmo sem todos os jogadores, já nos conhecemos, estamos juntos. Isso vai ajudar bastante, porque todo mundo vai saber como cada um joga, o que cada um faz. Isso vai ser muito importante.

Qual é sua avaliação do trabalho feito pelo Espiga, já que  é o primeiro desafio dele como técnico de uma equipe adulta?

Nunca trabalhei com o Espiga. O vi várias vezes com o Solar/Basquete Cearense. Não cheguei a vê-lo quando ele estava no Joinville, mas é muito bom técnico. O pouco que estou com ele, nessas duas semanas, aprendi bastante. Ele implanta uma coisa que é muito legal, que é o espírito, a vontade, o querer. Ele é muito bom mesmo. O Espiga foi campeão da Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB, competição para jogadores de até 22 anos), eu o vi ser campeão no Ceará. Ele vai fazer nosso time fluir, já que sabe muito de basquete, sabe como conduzir um time.